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Nossa História

O Sindicato dos Terapeutas do Estado do Rio Grande do Sul – antes chamado SINTE/RS, na verdade, nasceu em 30 de junho de 2006, já com aprovação de seu Estatuto e tendo sua primeira Diretoria eleita para o primeiro triênio. A Sra. Celestina Gonçalves, na qualidade de presidente, conduziu o Sindicato até junho de 2009. Não sendo possível formar uma nova Diretoria na assembleia de 2009 por falta de quórum, formou-se uma junta administrativa voluntária, enquanto a terapeuta Julia Rosa articulava as circunstâncias em favor de uma eleição onde fosse garantida a ocupação legítima de todos os cargos, o que veio a ocorrer de Direito em 25 de agosto de 2010, com a Terapeuta Julia Rosa da Silveira como Presidente. Seu primeiro Ato foi providenciar a reforma do Estatuto e normatizar todos os papeis do Sindicato junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. Desta feita o Sindicato passou a ser chamado SINTER/RS.

O SINTER/RS, hoje, representa todos os Terapeutas enquadrados nas Terapias reconhecidas pela OMS e pelo CONCLA – Comissão Nacional de Classificação do Ministério do Trabalho e Emprego, qual sejam as Terapias enquadradas dentro das atividades de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana, cujo Código é 8690-9/01. Enquadradas também nos CBO 3221 na Família Ocupacional de Terapeuta Holístico, onde se enquadram diversas outras Terapias. Além disso, o SINTER/RS possui Carta Sindical e tendo sido enfrentado na Justiça pelo SINTE de SP, ganhou na discussão do mérito, e hoje é senhor absoluto para representar os Terapeutas de todo o Rio Grande do Sul. Assim sendo, nenhum outro sindicato pode filiar terapeutas do RS, por decisão do Ministério do Trabalho e do Tribunal de Justiça de SP e do RGS.

Os Terapeutas acima referidos são aqueles que avaliam disfunções fisiológicas, sistêmicas, energéticas e vibracionais e aplicam procedimentos terapêuticos, manipulativos energéticos e vibracionais. Tais Terapeutas podem recomendar a seus clientes, a prática de exercícios respiratórios, bem como o uso de fitoterápicos e essências florais, sempre com o objetivo de reconduzir ao equilíbrio energético, fisiológico e psico-orgânico. Tais terapias hoje estão na eminência de serem reconhecidas por Lei como Terapias Naturistas, Naturalistas ou Integrativas, por isso, se faz necessário uma organização que una, proteja e dê força para os Terapeutas se organizarem nacionalmente. Por esta razão foi criada a Federação Brasileira dos  Terapeutas-FEBRATE, que ganha força nos estados reunindo cada vez mais Sindicatos.